terça-feira, 15 de setembro de 2026

Psicólogos que atuam no processo de formação presbiteral refletem sobre redes sociais e saúde mental


A Organização do Seminários e Institutos Filosófico-Teológicos do Brasil (Osib) realizou, entre os dias 11 e 13 de setembro, na Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília (DF), o Encontro Nacional de Atualização para Psicólogos. Participaram 90 psicólogos e psicólogas que atuam nas casas formativas de todo o Brasil. O tema trabalhado fez eco às demandas atuais da sociedade e da própria Igreja: “Redes sociais e saúde mental: conexão ou isolamento? A Inteligência Artificial (IA) na análise de emoções e comportamento humano no processo formativo”.

Na abertura do encontro, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, saudou os participantes e ressaltou os desafios e esperanças dentro da dimensão Psicológica no processo da formação inicial dos futuros presbíteros.


No decorrer da formação, os participantes puderam contar com as assessorias do padre Danilo Pinto, da arquidiocese de Salvador (BA) e assessor do Grupo de Trabalho sobre IA e Tecnologias Emergentes da CNBB, e o professor doutor Everthon de Souza Oliveira, que é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cientistas Católicos (SBCC) e estudioso sobre inteligência artificial e suas implicações éticas.


Padre Vagner de Moraes, que está deixando a presidência da organização, apresentou um histórico destes encontros formativos e falou da importância dos mesmos na construção de uma cultura sólida de compromisso no cuidado da pessoa humana presente nas diretrizes formativas.

O bispo de Parintins (AM), dom José Albuquerque, referencial da Osib, participou do encontro e apresentou a Presidência da OSIB eleita para o quadriênio 2026-2030. Os nomes deverão ser confirmados na próxima reunião do Conselho Permanente da CNBB.


Luiz Lopes Jr. com informações da OSIB e CMOVIC


Papa: Biblioteca Vaticana, um coração pulsante por “novos caminhos de reconciliação”


Ao inaugurar a exposição “AQVA”, que dá início ao ciclo “Catástrofe e maravilha”, Leão XIV se reúne com a equipe do Arquivo Apostólico e da Biblioteca do Vaticano. O Pontífice exorta a seguir em frente, “fiéis ao passado e fiéis ao futuro”, utilizando os meios necessários para prosseguir no caminho do bem. O Pontífice também ganha um bolo para comemorar o seu aniversário de 71 anos.

Benedetta Capelli – Vatican News

“Parabéns”, exclama uma jornalista atrás das barreiras colocadas no Pátio do Belvedere, onde o Papa chega às 11h27 desta segunda-feira, 14 de setembro, a bordo do carro com a placa SCV1 para inaugurar a exposição AQVA, no dia do seu aniversário. Ele responde “obrigado” à distância e, pouco depois, vira-se, atraído pelo coro que canta em espanhol — “Feliz cumpleaños” — que vem do outro lado do Pátio, das janelas dos Museus do Vaticano, improvisado pelos visitantes que puderam, assim, homenagear o Pontífice no dia em que ele completa 71 anos.

Ao descer do carro, o Pontífice foi recebido pelo arcebispo Giovanni Cesare Pagazzi, arquivista e bibliotecário da Santa Igreja Romana, acompanhado pelo salesiano Pe. Mauro Mantovani, prefeito da Biblioteca Apostólica Vaticana; Pe. Giacomo Cardinali, vice-prefeito da mesma e curador da exposição; o agostiniano Rocco Ronzani, prefeito do Arquivo Apostólico Vaticano, e a Ir. Raffaella Petrini, presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano.

Acompanharam o Papa na visita, os arcebispos Paolo Rudelli, substituto para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado, e Petar Rajič, prefeito da Casa Pontifícia, juntamente com monsenhor Leonardo Sapienza, regente da Prefeitura, e o agostiniano Edward Daniang Daleng, vice-regente. Também estavam os secretários particulares de Sua Santidade, monsenhor Edgard Iván Rimaycuna Inga e Pe. Marco Billeri.


“Catástrofe e maravilha”
Em seguida, chamou a atenção do Papa a instalação criada pelo artista francês JR: uma grande onda em preto e branco que representa a ambivalência da água, maravilha da natureza e, ao mesmo tempo, elemento catastrófico. Uma obra inspirada nas gravuras criadas pelo pintor Gustave Doré para a edição da Bíblia em francês de 1866. Antes de entrar, Leão XIV cumprimenta aqueles que contribuíram para a realização do trabalho: o próprio artista JR, o tipógrafo Bill Moran, o chef Furio Pierangelini e também os promotores da exposição. A mostra dá início ao ciclo “Catástrofe e maravilha”, que pretende propor uma reflexão ampla e interdisciplinar sobre os elementos naturais, entendidos como espelho dos medos e das esperanças da humanidade.

Papa Leão ao visitar a mostra AQVA (@Vatican Media)

A mãe bibliotecária
Depois de visitar a exposição, o Papa Leão XIV, em discurso, inicia fazendo uma referência à história pessoal, o que, neste dia especial para ele, parece não ser apenas uma coincidência:

"Gostaria apenas de dizer que Deus, na sua Providência, e às vezes com um certo humor, nos faz lembrar sempre que Deus está conosco. Muitos de vocês, talvez não saibam, que minha mãe era bibliotecária! E hoje estou aqui, no dia do meu aniversário, justamente para cumprimentar todos."

Sinal de proximidade e apreço
Ao contemplar o acervo de livros guardados na Sala Leonina da Biblioteca Apostólica do Vaticano, percebe-se silêncio e inquietação: o duplo sentido que um leitor apaixonado encontra nas páginas de romances, tratados, orações e nas Sagradas Escrituras. O Papa Leão fala de “sístole” e “diástole”: os dois movimentos do coração para descrever a Biblioteca Apostólica do Vaticano, que hoje visita pela primeira vez como Pontífice “seguindo os passos dos meus predecessores”: "isso pretende ser um sinal da proximidade e do apreço do Papa pela missão do Arquivo Apostólico e da Biblioteca Apostólica, a serviço do desenvolvimento e da divulgação da cultura, em benefício da Igreja e de toda a humanidade", afirma ele.

A ocasião é a inauguração da AQVA, a exposição de abertura do ciclo “Catástrofe e Maravilha”, que pretende propor uma reflexão ampla e interdisciplinar sobre os elementos naturais entendidos como espelho dos medos e das esperanças da humanidade. A água como geradora de vida e força disruptiva, reflexo, portanto, das ansiedades do homem diante do que escapa ao seu controle.

Leão XIV durante a visita à Biblioteca Apostólica Vaticana (@Vatican Media)

Silêncio que convida ao silêncio
O Papa evoca o silêncio e a inquietude em seu discurso, detendo-se na imagem de uma biblioteca como “ambiente pacato, tranquilo”:

"Os livros são silenciosos e exigem silêncio. Na verdade, se, por um lado, um livro pacifica, por outro, desperta inquietação, alimenta o desejo e a coragem da busca. Santo Agostinho é um símbolo dessa dinâmica."

A profundidade do desejo
Na alma do santo de Hipona havia vitalidade, mas também o tormento causado pelas forças que se chocavam dentro dele e que lançavam “gritos desesperados”, acalmados apenas pela voz de uma criança que o exortou, como ele narra nas Confissões, a pegar um livro e lê-lo. As palavras da Carta aos Romanos de São Paulo – conta o Papa – dissiparam as dúvidas de Agostinho, mas, acima de tudo, despertaram o desejo de ler e compreender ainda mais a profundidade das Sagradas Escrituras:

"O livro das Escrituras que chegou às mãos de Agostinho é o mesmo que abriu o seu espírito. Queridos irmãos, todos vocês, ao guardar, estudar e colocar à disposição dos estudiosos os livros do Sucessor de Pedro, ajudam a Igreja e a humanidade a estar à altura da profundidade desse desejo. Sem ele, tudo se afasta do Deus vivo, fonte da verdade e do amor."
Coração que pulsa

Eficaz é a imagem que Leão evoca para descrever a Biblioteca do Papa:
"A Biblioteca Apostólica é um coração. O batimento do coração é o símbolo da vida e resulta de dois movimentos opostos, a sístole e a diástole: uma contração e uma distensão, um movimento em direção ao centro e outro em direção à periferia. Também a Biblioteca Apostólica permanece viva na medida em que assegura a própria sístole e a própria diástole."

Não é só um banco de livros
Para dar corpo à sístole, à contração do coração, o Bispo de Roma convida a considerar a Biblioteca Apostólica como “um lugar rico em discrição, tranquilidade, respeito e cuidado”, um ambiente “quase monástico” onde sentar-se e estudar o “único tesouro inestimável que guarda”. Mas não se trata apenas disso.

"Se, por um lado, é necessário facilitar o estudo, inclusive por meio da digitalização e do compartilhamento oferecido pelo ambiente digital, por outro, é preciso manter e incentivar o antigo gesto de se deslocar fisicamente até a Biblioteca. Ela, de fato, não é apenas um banco de livros que se pode consultar comodamente do computador de casa, mas uma atmosfera composta de laços, diálogo, troca de ideias."

A abertura cultural da Igreja
A imagem da diástole, a fase de relaxamento do coração, remete à abertura da Biblioteca Apostólica a partir do pontificado do Papa Leão XIII, a quem é dedicada a sala em que Leão XIV discursa. “Um pastor — afirma ele — capaz de compreender as questões mais dramáticas da época, como as mudanças decorrentes da revolução industrial”, mas também capaz de “grandes avanços culturais, como a abertura do Arquivo Vaticano a estudiosos de todo o mundo e a ampliação do acesso à Biblioteca”, que outrora era um antigo depósito de armas.

O Papa destaca a origem humanística da Biblioteca, que contém “não apenas obras de teologia, mas também de literatura, filosofia, astronomia, física, matemática, geografia, botânica, zoologia, medicina, história, direito, arte e economia”:

"Não apenas livros europeus e cristãos, mas também volumes escritos em outros contextos religiosos, provenientes de todos os cantos do mundo. E isso muitos séculos antes de que se tornasse uma sensibilidade universalmente compartilhada. Com esse espírito, a Biblioteca Apostólica testemunha a antiga e nova abertura cultural da Igreja."

Caminhos de reconciliação
“Também o ciclo de exposições iniciado hoje — destaca o Papa — confirma isso”. Leão fala da “diplomacia gentil que encontra, entre os documentos e os livros do Arquivo e da Biblioteca do Vaticano, um caminho aberto”, uma das “portas de reconciliação” mencionadas na Encíclica Magnifica humanitas quando, no ponto 221, lembra que “nas noites mais escuras, o Senhor suscita homens e mulheres capazes de não se resignarem e de perseverarem no bem”, “sustentados por uma esperança teologal que confere à realidade um horizonte e uma direção”.

"E então, vamos em frente! Fiéis ao passado e fiéis ao futuro, com as linguagens e os meios que lhes são próprios, encontrem novos caminhos de reconciliação."

A atenção da Santa Sé
O Bispo de Roma, antes de se despedir, anuncia ter dado instruções para a criação de novos espaços, ciente da urgência que une a Biblioteca Apostólica e o Arquivo Apostólico:

"Pretendo seguir o caminho traçado pelos meus predecessores, os quais, ao longo dos séculos, demonstraram a atenção da Sé Apostólica para com as instituições que preservam e promovem a memória cultural e administrativa."


Papa Leão e o bolo ao aniversariante (@Vatican Media)
Após o discurso, o Papa Leão foi homenageado com um bolo no qual há uma velinha amarela, que é apagada logo em seguida. Às 12h57, ele reaparece no Pátio do Belvedere para pegar o carro e partir, encerrando a visita. À sua espera no carro está o desenho de Lorenzo, de 7 anos, no qual o Pontífice é retratado vestido de branco, com um grande arco-íris colorido ao lado e a inscrição “Happy Birthday Pope Leo”. Um presente que surgiu espontaneamente do desejo de oferecer, como manda a tradição, um presente ao aniversariante mais importante do dia.

O desenho de Lorenzo dado ao Papa

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EVANGELHO DO DIA (Jo 19,25-27)

ANO "A" - DIA: 15.09.2026
24ª SEMANA DO TEMPO COMUM (BRANCO)
MRMÓRIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Feliz a virgem Maria, que, sem passar pela morte, do martírio ganha a palma, ao pé da cruz do Senhor!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25 perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: "Mulher, este é o teu filho". 27 Depois disse ao discípulo: "Esta é a tua mãe". Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Palavra da Salvação.

COMENTÁRIOS:
"O sofrimento no Calvário na entrega de Nossa Senhora das Dores"

O sofrimento aceito por amor
Naquele tempo, perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. ( João 19,25-27)

Meus irmãos e minhas irmãs, 15 de setembro, depois da Exaltação da Santa Cruz, nós temos a celebração de Nossa Senhora das Dores. Nada de masoquismo na celebração da memória de hoje, porque Deus, em seu desígnio de amor, assumiu todos os nossos sofrimentos em seu Filho Jesus.

O sofrimento unido a Cristo
Só passando por Cristo, todo e qualquer sofrimento da nossa vida pode se tornar redentor. Por que a Virgem Maria sofreu? Por que sofremos, você e eu? Porque o sofrimento aceito é a expressão do amor daqueles que escolheram ficar ao lado de Jesus. Por que eu digo isso? Porque foi o que fez Maria no Calvário, no texto que nós lemos hoje de São João.

Ela aceitou participar do Calvário do seu Filho. Estar ao lado quer dizer que esse sofrimento não é meu, mas eu comungo dele. O que você sofre pertence a Cristo. Não se esqueça disso. O sofrimento não é teu. Deus, misteriosamente, escolhe sofrer nos seus justos, completando aquilo que falta à cruz do Senhor.

A obediência como caminho de redenção
Deixemos ecoar esta palavra: Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que Ele sofreu. Porém, na consumação de sua vida, ele tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem. Jesus padeceu no sofrimento por amor a mim e a você, mas obedeceu à vontade do Pai até o fim. Então, o segredo é se unir a Cristo no mistério do seu sofrimento. Você está passando por alguma enfermidade, algum problema familiar? Una os teus sofrimentos ao sofrimento de Cristo. Porque, assim, ele será redentor na sua vida.

Sobre todos vós desça a bênção de Deus Todo-Poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Padre Donizete Heleno Ferreira
Sacerdote da C. Canção Nova


Nossa Senhora das Dores, o sofrimento de Maria


Origens
A devoção à “Mater Dolorosa”, muito difundida, sobretudo nos países do Mediterrâneo, desenvolveu-se a partir do final do século XI. Em 1814, o Papa Pio VII a incluiu no calendário litúrgico romano, fixando-a em 15 de setembro, no dia seguinte à festa da Exaltação da Santa Cruz.

Esta devoção foi comprovada pelo “Stabat Mater”, atribuído ao Frei Jacopone de Todi (1230-1306), no qual compôs as “Laudes”. No século XV, encontramos as primeiras celebrações litúrgicas sobre Nossa Senhora das Dores, “em pé” junto à Cruz de Jesus.

Ordem dos Servos de Maria
Recordamos que, em 1233, nasceu a “Ordem dos Servos de Maria”, que muito contribuiu para a difusão do culto a Nossa Senhora das Dores, tanto que, em 1668, seus membros receberam a autorização para celebrar a Missa votiva das Sete Dores de Maria.

A Data
Em 1692, o Papa Inocêncio XII permitiu a sua celebração oficial no terceiro domingo de setembro. Mas foi só por um período, pois, em 18 de agosto de 1714, a celebração foi transferida para a sexta-feira, que precedia o Domingo de Ramos.

No dia 18 de setembro de 1814, Pio VII estendeu esta festa litúrgica a toda a Igreja, voltando a ser celebrada no terceiro domingo de setembro.

Pio X (†1914) determinou que a celebração fosse celebrada em 15 de setembro, um dia após a festa da Exaltação da Santa Cruz, mas não com o título de “Sete Dores de Maria”, mas como “Nossa Senhora das Dores”.

Memória
A memória de Nossa Senhora das Dores chama-nos a reviver o momento decisivo na história da salvação e a venerar a Mãe associada à Paixão do seu filho e, próxima d’Ele, levantada na cruz. A sua maternidade assume dimensões universais no Calvário.

As sete dores de Nossa Senhora
As dores correspondem ao mesmo número de episódios narrados no Evangelho:A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2,34-35);
A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2,13-21);
O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas 2,41-51);
O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas 23,27-31);
O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João 19,25-27);
Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus 27, 55-61);
O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).

Imagem de Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores é representada com um semblante de dor e sofrimento, tendo sete espadas ferindo seu imaculado coração. Às vezes, uma só espada transpassa seu coração, simbolizando todas as dores que ela sofreu. Ela é também representada com uma expressão sofrida diante da Cruz, contemplando o filho morto. Foi daí que se originou o hino medieval chamado Stabat Mater Dolorosa (Estava a Mãe Dolorosa). Ela ainda é representada segurando Jesus morto nos braços, depois de seu corpo ser descido da Cruz, dando, assim, origem à famosa escultura chamada Pietà.

Minha oração
“Ó Mãe das dores, recolhei as nossas lágrimas e sofrimentos, acolhei os nossos pedidos para que sejamos consolados e cresçamos em nossa fé. Lembrai de nós vossos filhos tão necessitados. Amém!”

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!
Outros santos e beatos celebrados em 15 de setembro Em Roma, São Nicomedes, mártir, cujo corpo, guardado no cemitério junto à Via Nomentana, foi honrado pelo papa Bonifácio V com uma basílica sepulcral. († data inc.)
Em Tirnutium, junto ao rio Saône, na Gália Lionense, hoje Tournus, na França, São Valeriano, mártir. († data inc.)
Em Tómis, na Cítia, hoje Constança, na Romênia, os santos Estratão, Valério, Macróbio e Gordiano, mártires. († s. IV)
Nas margens do Danúbio, em território da atual Romênia, São Nicetas o Godo, mártir. († c. 370)
Em Lião, na Gália, atualmente na França, Santo Alpino, bispo, que sucedeu a São Justo. († s. IV)
Em Toul, próximo de Nancy, na Gália Lionense, também na atual França, Santo Apro, bispo. († s. VI)
No mosteiro de Jumièges, na Nêustria, atualmente também na França, Santo Aicardo, abade, discípulo de São Filiberto, que o nomeou prelado desse mosteiro. († s. VII)
Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, os santos mártires Émila, diácono, e Jeremias. († 852)
Em Busseto, no território de Fidenza, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Rolando de Médicis, anacoreta, que viveu em lugares inóspitos e solitários dos Alpes. († 1386)
Em Gênova, na Ligúria, também região da Itália, Santa Catarina Fiéschi, viúva, insigne pelo desprezo do mundo, frequentes jejuns, amor de Deus e caridade para com os indigentes e os enfermos. († 1510)
Em Hirado, cidade do Japão, o Beato Camilo Costanzo, presbítero da Companhia de Jesus e mártir. († 1622)
Em Santo Domingo Xagácia, no México, os beatos João Baptista e Jacinto dos Anjos, mártires. († 1700)
Em Viena, na Áustria, o Beato António Maria Schwartz, presbítero, que instituiu a Congregação de São José de Calasanz para os Operários Cristãos. († 1929)
Em Palermo, na Sicília, região da Itália, o Beato José Puglísi, presbítero diocesano e mártir, mais conhecido por Pino Puglisi. († 1933)
Em Llosa de Ranes, povoação da província de Valência, na Espanha, o Beato Pascoal Penadés Jornet, presbítero e mártir. († 1936)
Próximo de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Ladislau Miegon, presbítero e mártir. († 1942)
Em Nápoles, na Itália, o Beato Paulo Manna, presbítero do Instituto Pontifício para as Missões Estrangeiras.(† 1952)

Fonte:Arquisp.org.br
Martirológio Romano
Santiebeati.it
Vaticannews.va

– Produção e edição: Melody de Paulo
– Oração: Rafael Vitto – Comunidade Canção Nova

Publicado em: cancaonova.com

Da diversão ao vício - como os jogos de aposta agem em nós?

Em que momento a diversão deixa de ser diversão?

Buscando um momento de diversão e distração, tudo vai acontecendo de forma inocente e, sem que percebamos, vamos sendo tomados pela necessidade de jogar. Uma aposta entre amigos, um jogo facilmente acessível pelo celular e estimulado por influenciadores digitais e times de futebol. A promessa inclusa na propaganda é clara: você terá diversão garantida, rápida, barata e, acima de tudo, a oportunidade de enriquecer.

E olha que coisa interessante: quem não gostaria de enriquecer apostando muito pouco? Ah, mas se der errado, eu paro. E, de fato, muitas pessoas apostam e conseguem parar. Mas o que temos nos deparado é com milhares e milhares de relatos de endividamento e perda de patrimônio, problemas financeiros e outros mais.

O que era a chance de enriquecer, passa a ser uma uma fonte de expectativa, ansiedade, adrenalina e, na maioria das vezes, de sofrimento.

Crédito: luza studios by Getty Images.

O início de um ciclo perigoso
As apostas não dependem apenas da nossa vontade de ganhar. Elas podem ativar mecanismos psicológicos específicos e jamais são feitos de forma aleatória. Os jogos são construídos com detalhes cuidadosamente planejados para manter nossa atenção, despertar a expectativa de ganhar e nos incentivar a continuar apostando.

Quando apostamos, existe uma expectativa em relação ao resultado. O cérebro entra em estado de antecipação: “Será que vou ganhar?”. Essa espera pode ser estimulante. Quando ocorre uma recompensa, sentimos prazer e satisfação. E quando perdemos, pode surgir imediatamente o desejo de tentar novamente.

É aí que começa um dos ciclos mais perigosos. Ganhar pode fazer com que a pessoa queira continuar. Perder também.

Depois de uma perda, é muito comum aparecer o pensamento: “Agora eu vou recuperar”. E iniciam-se as pequenas apostas para uma tentativa maior, mas que, ao longo do tempo, somam altos valores e comprometimento financeiro.

Esse pensamento alimenta um ciclo.

Perde → tenta recuperar → aposta mais → perde novamente → tenta recuperar novamente.

E quanto maior o prejuízo, maior pode ser a dificuldade de parar.
Se formos pensar em qual conceito define essa relação com os jogos, chegamos a uma definição técnica e médica para isso:

Segundo o DSM-5-TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Texto Revisado), o transtorno de jogos pela internet (Internet Gaming Disorder) é caracterizado por um padrão recorrente e persistente de comportamento relacionado a jogos eletrônicos, principalmente on-line, que leva a prejuízos significativos na vida pessoal, social, acadêmica ou profissional.
O que pode ser observado para entendermos que há um problema relacionado aos jogos?

Os principais critérios incluem:
Preocupação excessiva com jogos;
Sintomas de abstinência quando não joga;
Necessidade de aumentar o tempo de jogo para obter satisfação;
Tentativas fracassadas de controlar ou reduzir o tempo de jogo;
Perda de interesse por outras atividades;
Uso continuado mesmo com prejuízos evidentes;
Mentiras sobre o tempo gasto jogando;
Uso dos jogos como fuga de emoções negativas;
Prejuízos em áreas importantes da vida.
Quando o ato de apostar se torna um alívio temporário, trazendo duras consequências com o tempo

Outro aspecto importante é que não somos influenciados apenas quando ganhamos. Há um chamado nos jogos que nos faz encontrar uma questão particularmente delicada: a aposta oferece uma recompensa imediata em um mundo no qual muitas das nossas conquistas exigem tempo. Todos aqueles que nos influenciam para a continuidade no jogo nos levam a crer que é fácil, rápido, possível e barato.

Essa possibilidade que sempre fica no aspecto “quase” nos move efetivamente para um comportamento repetitivo. Aquilo que ficou no “quase ganho”, nos faz voltar a jogar para tentar de novo, porque uma nova aposta pode levar ao ganho (ou a ilusão dele).

Se você tem vivido isso, pergunte-se sinceramente porque o jogo entrou na sua vida. O que você tem buscado? Emoção, esperança, distração, reconhecimento, sensação de competência ou simplesmente uma maneira de fugir, por alguns momentos, de sentimentos difíceis? Tem trocado a vida e suas emoções pelo jogo? Quando estou triste, aposto. Quando estou entediado, aposto. Quando estou frustrado, aposto.

E, pouco a pouco, o cérebro pode aprender essa associação: “Quando me sinto mal, apostar me faz sentir alguma coisa.”

O problema é que o alívio costuma ser temporário. E este alívio temporário muda nossa relação com o jogo, com a vida, com as pessoas.

Depois podem aparecer a culpa, a vergonha, a preocupação com o dinheiro, os conflitos familiares e a necessidade de esconder o comportamento.

A pessoa pode começar a mentir sobre o quanto apostou. Pode esconder perdas. Pode pedir dinheiro emprestado. Pode utilizar recursos destinados a contas importantes. Pode comprometer o orçamento familiar.

E, muitas vezes, continua dizendo para si mesma:
“Eu consigo parar quando quiser.”

Essa frase merece atenção.
Não porque toda pessoa que aposta tenha um problema, mas porque a dificuldade de interromper o comportamento, apesar das consequências negativas, é um importante sinal de alerta.

A dependência não é simplesmente falta de caráter, irresponsabilidade ou falta de força de vontade. É um problema complexo, que envolve comportamento, emoções, aprendizagem, recompensa e contexto de vida.

Por isso pedir ajuda não deveria ser motivo de vergonha.
Às vezes, a pessoa demora a procurar ajuda porque acredita que precisa, primeiro, “resolver o problema do dinheiro”. Mas pode ser justamente o contrário: enquanto o comportamento de apostar não for compreendido e cuidado, a tentativa de recuperar financeiramente o que foi perdido pode levar a novas perdas.

Leia também:

Compreender o que está por trás da vontade de apostar
A psicoterapia pode ajudar a pessoa a compreender os gatilhos, identificar pensamentos automáticos, desenvolver estratégias para lidar com ansiedade e frustração e construir novas formas de buscar prazer, segurança e satisfação.

E a família também tem um papel importante. Não se trata de humilhar, ameaçar ou simplesmente dizer: “Pare de apostar”. É preciso estabelecer limites, proteger as finanças e, ao mesmo tempo, compreender que existe um sofrimento por trás daquele comportamento.

Talvez a pergunta mais importante não seja apenas:
“Por que você continua apostando?”

Talvez seja:
“O que acontece dentro de você quando sente vontade de apostar?”

Essa pergunta abre uma porta.
Se você tem vivido isso, tenha coragem de dar o primeiro passo, avaliando quanto você tem em dívidas, o que tem comprometido sua vida e o que tem acontecido contigo neste tempo. Quanto mais rápido você tiver essa consciência e essa ação, mais rápida será a forma de lidar com essa realidade e livrar-se de um mal que pode estar levando você à perda de esperança na vida.

Autora: Eleaine Ribeiro dos Santos
Psicologa Clínica


São Nicomedes

Nicomedes era um sacerdote romano que viveu no século I, onde os cristãos eram perseguidos pelo imperador Domiciano, um homem tirano e cruel. Nicomedes enterrava os cristãos, vítimas das perseguições. Por isso, foi preso, e, ao se recusar a oferecer sacrifícios aos deuses e abandonar a sua fé, foi assassinado e jogado no rio Tibre, em Roma.

Seu corpo foi recolhido por um clérigo, e enterrado em uma catacumba na Via Nomentana, perto da porta com o mesmo nome. Mais tarde o Papa Adriano I restaurou a igreja construída sobre ele. Além disso, no século V, existia uma igreja titular em Roma dedicada a ele.

Ele é lembrado como um santo cujo martírio ocorreu em uma data específica, 15 de setembro, e é mencionado em diversos documentos históricos, como o Martyrologium Hieronymianum e o Sacramentário Gregoriano.

Colaboração: José Duarte de Barros Filho

Reflexão:

Os mártires são considerados exemplos de fé e coragem, e sua devoção é uma expressão da crença na comunhão dos santos e na intercessão dos santos junto a Deus. A vida de São Nicomedes, como a de qualquer mártir, pode inspirar os fiéis a permanecerem firmes em sua fé, mesmo diante das piores dificuldades e desafios.

Oração:

Ó Deus, que São Nicomedes seja para todos nós exemplo de fidelidade e de espírito resoluto para que possamos nos inspirar em sua vida, professando a fé cristã em todas as circunstâncias. Dai-nos, por sua intercessão, a Graça de permanecer firme na fé. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Conheça as 9 categorias da 56º edição dos Prêmios de Comunicação da CNBB


As inscrições à 56ª Edição dos Prêmios de Comunicação, concedidos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), encontram-se abertas até o próximo 30 de setembro. Através da premiação, a CNBB concede um reconhecimento ao trabalho de profissionais de comunicação nos diversos meios que apresentaram suas obras e se distinguiram pelo serviço aos valores do Evangelho e à dignidade humana.

A CNBB concede os prêmios de comunicação desde 1967, com a instituição da primeira categoria para o cinema “Margarida de Prata”. De lá para cá outras 8 categorias foram criadas para premiar inciativas em rádio, tv, jornalismo, internet, Pastoral da Comunicação e teses e dissertações. A mais nova categoria é a São Carlo Acutis, criada em 2024, para reconhecer iniciativas em publicidade e design. Conheça, abaixo, cada um delas.


Cinema “Margarida de Prata”
A CNBB instituiu, em 1967, o primeiro Prêmio de Comunicação Margarida de Prata para o Cinema, que representou um importante apoio à produção cultural livre. O prêmio é entregue em duas modalidades: longa-metragem e curta metragem.
Rádio “Microfone de Prata”

Em 1989, a CNBB apoiou a criação do Prêmio Microfone de Prata para produções radiofônicas, promovido pela União de Rádio Difusão Católica (UNDA-Brasil). Em 2010, a promoção da categoria passou para a Rede Católica de Rádio (RCR). Mais tarde foi incorporada ao prêmio. São premiados, neste prêmio, trabalhos jornalísticos, religioso e entretenimento
Imprensa “Dom Helder Câmara”

Em comemoração aos 50 anos de fundação da CNBB, em 2002, a Assessoria de Imprensa da CNBB instituiu o Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa, com o objetivo de premiar reportagens e trabalhos jornalísticos voltados à promoção humana e social. Este prêmio inclui matérias, séries de matérias, reportagens ou outras formas do texto jornalístico. Os trabalhos podem ser inscritos nas seguintes modalidades: jornal, revista e sites.
Televisão “Clara de Assis”

Em 2005, a CNBB instituiu o Prêmio Clara de Assis para a Televisão, concedido a programas televisivos nacionais produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas e comunitárias. Mais recentemente, também são aceitos vídeos veiculados em plataformas digitais. As modalidades desta categoria são: reportagem, documentário e entretenimento.


Internet “Dom Luciano Mendes de Almeida”
Na celebração de 50 anos dos Prêmios de Comunicação, a CNBB lançou este prêmio para reconhecer o trabalho de convergência midiática realizado no ambiente virtual da internet. Este prêmio está dividido em três modalidades: sites/portais/blogs, iniciativas com redes sociais e aplicativos
Pastoral da Comunicação “Kerigma”

Aprovada pelo Conselho Permanente da CNBB em 2019, esta categoria visa o reconhecimento e o incentivo de ações desenvolvidas pelas equipes de Pastoral da Comunicação das paróquias e dioceses, tendo como critério a implementação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da CNBB.

Teses e dissertações “Papa Francisco”
Aprovada pelo Conselho Permanente da CNBB em 2019, a categoria visa reconhecer e incentivar o trabalho dos pesquisadores em comunicação, que tanto colaboram com a reflexão, bem como no trabalho pastoral da Igreja no Brasil. Cada pessoa pode se inscrever apenas um trabalho nesta categoria: mestrado e doutorado.

Publicidade e design “São Carlo Acutis”
Criado em 2024, este prêmio busca valorizar os trabalhos em publicidade e design. Esta categoria busca valorizar produções criativas e inovadoras que promovam valores humanos, éticos e cristãos, destacando o papel da comunicação visual e publicitária na evangelização e no diálogo com a sociedade. Esses formatos devem refletir originalidade e relevância para a missão da Igreja. Os trabalhos da nova categoria Publicidade e Design podem ser apresentados em duas frentes: campanhas publicitárias e design.

Menção honrosa “Irmã Dorothy Stang”
Além destas categorias avaliadas por um júri técnico, formado por especialistas das Pontifícias Universidades Católicas do país, e do júri pastoral, formado por bispos da Comissão Episcopal para a Comunicação da CNBB, a Presidência da CNBB concede o prêmio menção honrosa “Irmã Dorothy Stang”. A menção honrosa é concedida a profissionais ou trabalhos do mundo da comunicação que se destacaram na promoção de valores cristão e humanos.

Mais informações e inscrições:
As inscrições à 56ª Edição dos Prêmios de Comunicação, concedidos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), encontram-se abertas até o próximo 30 de setembro. As inscrições podem ser feitas no hot site dos Prêmios (aqui).

Por Willian Bonfim

As felicitações de aniversário a Leão XIV


Por ocasião do 71º aniversário do Papa, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) convida a acolhermos as suas palavras sobre a ligação entre o perdão e a paz, tendo em conta os conflitos que afetam várias partes do mundo. A Diocese de Roma invoca sobre o seu Bispo "força e sabedoria" para que possa liderar a construção da "civilização do amor". Meloni: as suas palavras são um "poderoso estímulo".

Vaticano News

A “coragem do essencial” como caminho para seguir as prioridades da Igreja, que, em um tempo marcado por guerras e divisões, é chamada a reconhecer em seu guia um farol de “força e sabedoria” para construir uma nova “civilização do amor”. São os votos de felicitações, acompanhados do desejo de uma paz constantemente invocada, dirigidos hoje, 14 de setembro, ao Papa Leão XIV por ocasião de seu 71º aniversário.
CEI: acolher as palavras sobre perdão e paz

Por ocasião da data, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) enviou uma mensagem em nome das Igrejas de todo o país, renovando sua gratidão pelos encontros realizados com o Papa nestes meses. Foram ocasiões nas quais o Pontífice “indicou no Evangelho a prioridade da vida da Igreja, fonte da fé entendida como encontro com Cristo morto e ressuscitado”.

Uma fé que, recorda o texto, se fortalece na promoção de comunidades voltadas para o anúncio, de paróquias capazes de acolher e evangelizar e de organismos de participação que atuem efetivamente.

São indicações preciosas que orientam o caminho da Igreja na Itália, inspirando cada pessoa a acolher também as palavras pronunciadas pelo Papa no Angelus de ontem, 13 de setembro, “sobre a relação entre perdão e paz e sobre as divisões e os conflitos que surgem quando o primeiro falta”. Um ensinamento que, escreve ainda a presidência da CEI, é particularmente atual diante das guerras que atingem diversas regiões do mundo.

“Nossas Igrejas”, conclui a mensagem, “continuarão próximas das populações atingidas pelo sofrimento por meio de gestos concretos de solidariedade”.

Diocese de Roma: sustentar o anseio de comunhão
Ao seu bispo chega também a mensagem de felicitações da Diocese de Roma, que invoca sobre ele “força e sabedoria” para enfrentar os numerosos desafios deste tempo e sustentar “o anseio de paz das pessoas de boa vontade que, sob sua orientação, desejam construir a civilização do amor”.

Meloni: não ceder ao cansaço e à resignação
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, por sua vez, retomou as palavras do Papa aos jovens reunidos no Meeting de Rimini, no último dia 22 de agosto: “Não haja apenas quem sopra sobre o fogo do cansaço e do desespero; haja também quem reacenda sonhos e visões”.

Meloni define essas afirmações como um “poderoso estímulo” diante da complexidade dos desafios atuais, que correm o risco de alimentar “cansaço e resignação”. Ao contrário, escreve a primeira-ministra, cada pessoa é chamada a “tornar-se guardiã e intérprete de uma esperança ativa, capaz de reacender os sonhos e transformar as visões em ações concretas”.

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